Fortaleça sua Autoconfiança

 

Seu cérebro não precisa SER mais seguro. Ele só precisa se SENTIR mais seguro. E nisso você pode ajudar. 

O cérebro tem como principal prioridade mantê-lo seguro e salvo. Quando você se sente assim ele está fazendo o seu trabalho.

Quando ameaças se aproximam, sejam elas as preocupações comuns do dia a dia, como uma reunião com a diretoria, o nosso cérebro ativa as mesmas respostas neuroquímicas que ajudaram nossos ancestrais a sobreviverem à ameaças letais. Um celular tocando no meio da noite gera a mesma resposta ansiosa que um leão invadindo a caverna dos antepassados. Para os ancestrais esse sentimento de ansiedade diante do perigo foi fundamental para a sobrevivência de nossa espécie ao longo da evolução, mas hoje está nos levando à ansiedade e depressão. 

O custo disso é a ativação desnecessária do estresse, que pode se manifestar como uma constante sensação de inquietação. Aquela sensação de não ser capaz de realmente relaxar ou sentir-se feliz e em paz.

O que fazer então?

Você precisa entender como e porque seu cérebro responde com medo e tomar medidas para diminuir sua ativação e viver uma vida mais calma e pacífica. 

O estudioso do cérebro, Rick Hanson, afirma que existe a tendência a superestimar ameaças e ver possíveis perigos em situações tidas como “neutras”. O cérebro tende a sentir que está fazendo algo produtivo para protegê-lo quando algo preocupante se aproxima, sente que está fazendo o seu trabalho. 

A maioria de nós está bem segura no dia-a-dia. Então, você realmente não precisa SER mais seguro. Você só precisa que seu cérebro se SINTA mais seguro. Você precisa direcionar intencionalmente seu cérebro para parar de inflar as ameaças e subestimar recursos.

 

Tente fazer o seguinte exercício sobre o que o preocupa:

 

  • Qual é o tamanho real desta ameaça?

Seja específico e concreto. Dê à ameaça alguns limites. Por exemplo, em vez de “Minha saúde está desmoronando à medida que envelheço”. Você pode pensar: “Tenho artrite moderada no quadril direito”.

 

  • Qual a probabilidade desta ameaça ocorrer?

Na maioria das vezes, quando nos sentimos ansiosos, trata-se de algo que pode acontecer no futuro. É a ameaça de algo que você tem medo – não é algo real aqui e agora. Traga sua mente de volta ao presente e pense realisticamente sobre quais são as probabilidades de isso vir a ocorrer. 

 

  • Quanto ruim seria?

OK, suponha que, por um minuto, a situação temida ocorra. Em uma escala de 1 a 10, quão ruim seria realmente? E por quanto tempo? Que recursos você tem para lidar com essa situação? Identifique seus recursos. Você pode estar reagindo a um medo aprendido de uma situação semelhante em seu passado. Embora possa ter sido realmente horrível, as coisas podem ser diferentes agora. Quando adulto, você pode ter mudado e pode ter mais recursos disponíveis.

Ao refletir sobre seus recursos, fale consigo mesmo, para obter uma sensação de suficiência, calma e alívio. Isso não significa que você se convença de que tudo sairá exatamente do jeito que você deseja. Isso significa que você cria um senso de confiança na sua capacidade de lidar com o que quer que aconteça. E seu cérebro irá se SENTIR mais seguro.

 

 

Sua Nova História - por Juliana Zen

Fruto de um longo trabalho no mundo corporativo, Sua Nova História é um estímulo ao profissional para ir em busca do autoconhecimento como ferramenta de crescimento.

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